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O QUE É NECESSÁRIO PARA UM BOM INGLÊS?

O Exame Nacional do Ensino Médio, mais conhecido como Enem, é um dos desafios mais significativos na jornada de um estudante brasileiro. Com milhões de candidatos todos os anos, é uma prova que abrange diversas áreas do conhecimento, e entre elas, a língua inglesa. Em um mundo cada vez mais globalizado, falar inglês é mais do que uma habilidade para incrementar o currículo ou um diferencial competitivo: é uma necessidade para poder se comunicar e ter acesso ao mercado de trabalho. Além disso, abre portas, por exemplo, para diversas experiências culturais. Sabendo disso, preparamos algumas dicas de estudo da língua inglesa para gabaritar no vestibular.

Imagem de Introdução

DICAS DE INCENTIVO


1. QUEIRA APRENDER


A língua inglesa é o idioma mais demandado no mundo. Quando se tem a noção de que com ela é possível ir longe e ter várias oportunidades, é mais fácil motivar-se para estudar. Você não precisa ser o melhor - sabendo pronunciar as palavras e se comunicar com os outros ou com indivíduos nativos, já é suficiente.

O domínio do inglês permite a interação e a conexão com pessoas de diversas partes do globo, incentivando a criação de novas amizades e a compreensão de outras culturas. Ao aprender sobre diferentes pessoas e culturas, você pode desenvolver uma perspectiva mais ampla sobre o mundo ao seu redor.

Ademais, dominar o inglês é uma grande vantagem para o crescimento profissional, uma vez que pode facilitar a obtenção de novas posições, melhores salários e, até mesmo, uma oportunidade de trabalho no exterior ou em uma empresa multinacional.

Isso não quer dizer que o processo será simples, porém, trará resultados. Basta você querer!

Post-It

2. COMECE O QUANTO ANTES


Procure organizar uma rotina de estudos o mais antecipado possível. Nada de procrastinar! A partir disso, você poderá se garantir em provas ou vestibulares, já que a maioria das vezes, o estudo é o que leva a experiência. Além disso, é importante lembrar que o inglês é uma língua que requer prática e repetição para se tornar habilidoso. Portanto, não se deixe demorar para aprender, mas sim, se concentrar e praticar regularmente.

Homem no Relógio

3. DEFINA OBJETIVOS


É importante definir objetivos claros, realistas e mensuráveis para o estudo do inglês, pois isso lhe ajudará a manter o foco e a motivação durante o processo de aprendizado. Tais metas podem ser:

- Melhoria da pronúncia: Focar na clareza e precisão da fala.

- Ampliar o vocabulário: Aprender um certo número de palavras novas semanalmente.

- Aprimoramento da compreensão auditiva: Assistir a filmes ou ouvir podcasts em inglês e entender pelo menos 70% do conteúdo.

- Escrita fluida: Praticar redações, escrever um diário, textos ou bate-papos em inglês regularmente.

- Fluência em Conversação: Participar de conversas ou grupos de estudo e comunicar-se de forma mais natural.

Metas

4. FAÇA UM CURSO DE INGLÊS


Um curso de inglês é essencial pois oferece uma estrutura sólida e orientação para aprender o idioma. Com professores capacitados, você obtém feedback imediato e personalizado, acelerando seu progresso. Além disso, os cursos geralmente dispõem de materiais didáticos atualizados e atividades variadas que abrangem as habilidades de leitura, escrita, escuta e fala. Frequentar um ambiente de aprendizado formal também incentiva a disciplina e a constância, indispensáveis para alcançar a fluência. E, claro, a interação com outros alunos proporciona prática em situações reais, aumentando sua confiança. Alguns cursos de língua inglesa de qualidade são:

Cambly
Fluencypass
CNA
FISK

5. COLOQUE O INGLÊS NA ROTINA.


O principal passo para integrar o inglês em sua rotina é a sua prática diária. Como você pode realizar isso? Recomenda-se assistir a filmes, séries e vídeos na língua inglesa, além de alterar o idioma do seu celular para o inglês. É igualmente importante praticar a conversação com outras pessoas que se encontram em um nível semelhante ao seu, promovendo assim um treinamento conjunto. Alternativamente, você pode procurar indivíduos com proficiência avançada na língua, que possam auxiliá-lo na correção de eventuais erros.

homem com livro

6. ENTENDA AS SUAS DIFICULDADES.


Para avançar no aprendizado de uma nova língua, é imprescindível realizar uma autoavaliação que identifique os pontos em que você encontra mais dificuldades. A partir dessa análise, recomenda-se registrar palavras e estruturas que apresentam maior desafio e concentrar-se em aprender esses termos. É fundamental praticar constantemente a comunicação, a leitura e a escrita.

quebra cabeça

7. NÃO SE COMPARE


Cada indivíduo possui sua própria maneira de aprender e evoluir; portanto, é aconselhável não se comparar com o progresso dos outros. Concentre-se em suas metas e objetivos pessoais, valorizando seu progresso a cada etapa dessa jornada. Por fim, seja gentil consigo mesmo, reconhecendo que nem todos possuem o mesmo ritmo de aprendizado.

8. NÃO TENHA MEDO DE ERRAR.


O último passo consiste em aplicar todas as dicas mencionadas anteriormente, além de não ter medo de cometer erros. O processo de aprendizagem de uma nova língua é desafiador e pode ser demorado; portanto, é de suma importância praticar intensamente, sem sentir vergonha de seus erros, mas, ao contrário, buscar corrigi-los da melhor maneira possível.

DICAS DE CONTEÚDO


QUAIS CONTEÚDOS DE INGLÊS MAIS CAEM NO ENEM?


Gráfico
https://oglobo.globo.com/brasil/educacao/enem-e-vestibular/guia/enem-o-que-mais-cai-em-ingles-e-espanhol-saiba-o-que-estudar.ghtml

1. INTERPRETAÇÃO DE TEXTO.


É fundamental realizar uma leitura inicial atenta e identificar o tema principal do texto. Observe o vocabulário, atribuindo significado com base no contexto. Em seguida, leia as questões e, se necessário, releia o texto. Recomenda-se, ainda, praticar a leitura de diferentes tipos de textos em casa, para na hora da prova estar confiante que você sabe o que fazer.

livro e oculos

2. VOCABULÁRIO E GRAMÁTICA


Para um bom inglês, é necessário que você conheça uma variedade de palavras para poder se comunicar sem dificuldades e repetições. Um vocabulário amplo é a chave para uma boa compreensão auditiva e uma escrita avançada. Além disso, é importante praticar a gramática para que você possa compreender melhor o significado das palavras e expressões. Aqui estão algumas dicas para estes tópicos:

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VOCABULÁRIO

ESCUTE MÚSICAS EM INGLÊS: Músicas têm a vantagem de usar linguagem informal cotidiana, expressões idiomáticas e diferentes sotaques, ou seja, são ferramentas de aprendizado fortíssimas que auxiliam no enriquecimento do seu vocabulário. É uma maneira leve de praticar a pronúncia e a escrita, além de entender o contexto das palavras.

LEIA DIARIAMENTE: Escolha artigos, notícias, blogs e/ou livros que te interessem e sempre que encontrar uma palavra nova, anote-a junto com seu significado. Dessa forma, você pode similar novas palavras utilizadas na leitura e usá-las no futuro.

FILMES E SÉRIES: Assistir filmes e séries em inglês é uma prática muito eficaz para aprender novas expressões utilizadas em narrativas. Com ela, você consegue se familiarizar com o idioma estrangeiro e adaptar os seus ouvidos.

CONVERSE EM INGLÊS: Procure praticar o diálogo em inglês para acostumar-se às pronúncias, expressões e palavras novas. Essa prática pode ser feita com amigos, familiares ou até mesmo com estrangeiros.

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GRAMÁTICA

"PARTS OF SPEECH": As partes da fala são a base da língua inglesa. Aprenda os principais verbos e adjetivos, e compreenda como eles se relacionam com outras classes gramaticais, como os pronomes, os advérbios e os preposições.

ATENTE-SE AOS HOMÓFONOS: Os homófonos são palavras que se assemelham com outras palavras pela pronúncia, mas que são escritas de forma diferente. Na língua inglesa, há muitos homófonos que, na hora de uma conversação ou escrita, podem confundir. Alguns deles são: "They're", "Their" e "There"; "You're" e "Your"; "For" e "Four"; "Too", "Two" e "To".

NÃO UTILIZE O "THAT" PARA SE REFERIR A PESSOAS: O "That" é uma palavra utilizada para indicar ao que está sendo referido na narrativa. Porém, em inglês, não se deve usá-lo para se referir a pessoas, mas sim para algo ou algos.

ESTUDE OS TEMPOS VERBAIS: Compreenda os tempos verbais, principalmente o "Past Simple" e o "Present Perfect" para saber formular frases coerentes com o tempo e o contexto.

3. FIGURAS DE LINGUAGEM


As figuras de linguagem são recursos utilizados na língua inglesa para tornar a comunicação mais expressiva e impactante. Elas consistem em expressões e construções que vão além do sentido literal das palavras, adicionando um toque de criatividade e originalidade ao discurso. Nessa página, iremos explorar algumas das figuras de linguagem mais comuns em inglês, suas definições e exemplos de uso.

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FIGURAS DE LINGUAGEM

METÁFORA: A metáfora é uma figura de linguagem que consiste em atribuir a uma palavra ou expressão um significado diferente do seu sentido literal. Ela cria uma comparação implícita entre dois elementos, destacando características em comum entre eles. Por exemplo:

“She is a shining star.” (Ela é uma estrela brilhante.)

Neste exemplo, a pessoa está sendo comparada a uma estrela brilhante, ressaltando sua beleza e brilho.

SIMILE: O simile é uma figura de linguagem semelhante à metáfora, porém utiliza a palavra “like” ou “as” para estabelecer a comparação explícita entre dois elementos. Por exemplo:

“He runs like a cheetah.” (Ele corre como um guepardo.)

Neste caso, a pessoa está sendo comparada a um guepardo, enfatizando sua velocidade e agilidade.

PERSONIFICAÇÃO: A personificação é uma figura de linguagem que atribui características humanas a objetos inanimados ou seres não humanos. Ela torna o discurso mais vívido e interessante. Por exemplo:

“The flowers danced in the wind.” (As flores dançavam ao vento.)

Aqui, as flores são personificadas, como se tivessem a capacidade de dançar.

HIPÉRBOLE: A hipérbole é uma figura de linguagem que consiste em exagerar uma ideia ou uma situação, enfatizando seu impacto ou importância. Ela é comumente utilizada para criar um efeito cômico ou dramático. Por exemplo:

“I’ve told you a million times!” (Eu já te disse um milhão de vezes!)

Neste caso, a pessoa está exagerando o número de vezes que repetiu algo, para enfatizar sua frustração.

IRONIA: A ironia é uma figura de linguagem que consiste em expressar o oposto do que se quer dizer, de forma sarcástica ou humorística. Ela cria um efeito de contraste entre o que é dito e o que é realmente pretendido. Por exemplo:

“What a lovely weather we’re having today.” (Que clima adorável estamos tendo hoje.)

Neste caso, a pessoa está sendo irônica, pois o clima está ruim, mas ela expressa o contrário.

METONÍMIA: A metonímia é uma figura de linguagem que consiste em utilizar uma palavra ou expressão para representar outra, com base em uma relação de proximidade ou associação. Por exemplo:

“The pen is mightier than the sword.” (A caneta é mais poderosa que a espada.)

Aqui, a palavra “pen” (caneta) é utilizada para representar a escrita, enquanto a palavra “sword” (espada) representa a violência.

SINESTESIA: A sinestesia é uma figura de linguagem que consiste em mesclar sensações de diferentes sentidos, criando uma experiência sensorial única. Por exemplo:

“The sweet sound of her voice.” (O som doce de sua voz.)

Neste exemplo, a sensação de doçura é atribuída ao som da voz, criando uma imagem sensorial.

EUFEMISMO: O eufemismo é uma figura de linguagem que consiste em suavizar uma expressão ou ideia desagradável, substituindo-a por outra mais amena. Ele é comumente utilizado para tratar de assuntos delicados ou tabus. Por exemplo:

“He passed away.” (Ele faleceu.)

Aqui, a expressão “passed away” é utilizada como um eufemismo para “morreu”.

ONOMATOPEIA: A onomatopeia é uma figura de linguagem que consiste em utilizar palavras que imitam sons reais, tornando o discurso mais expressivo e vívido. Por exemplo:

“The dog barked loudly.” (O cachorro latiu alto.)

A palavra “barked” imita o som do latido do cachorro.

ANTÍTESE: A antítese é uma figura de linguagem que consiste em estabelecer uma oposição entre duas ideias ou conceitos, criando um contraste marcante. Por exemplo:

“It was the best of times, it was the worst of times.” (Foi o melhor dos tempos, foi o pior dos tempos.)

Aqui, a antítese é utilizada para enfatizar a diferença entre os melhores e piores momentos.

PARADOXO: O paradoxo é uma figura de linguagem que consiste em utilizar uma afirmação aparentemente contraditória, mas que possui um sentido lógico e profundo. Por exemplo:

“Less is more.” (Menos é mais.)

Neste caso, a expressão paradoxal enfatiza a ideia de que, em algumas situações, menos é realmente mais eficiente.

PLEONASMO: O pleonasmo é uma figura de linguagem que consiste em repetir uma ideia ou informação de forma redundante, enfatizando-a. Ele é comumente utilizado para criar um efeito de ênfase ou reforço. Por exemplo:

“I saw it with my own eyes.” (Eu vi com meus próprios olhos.)

A expressão “with my own eyes” é um pleonasmo, pois a informação já está implícita no verbo “saw”.

ASSONÂNCIA: A assonância é uma figura de linguagem que consiste em repetir sons vocálicos em palavras próximas, criando um efeito sonoro agradável e harmonioso. Por exemplo:

“The rain in Spain stays mainly in the plain.” (A chuva na Espanha fica principalmente na planície.)

Neste exemplo, a repetição do som “ai” nas palavras “rain”, “Spain” e “mainly” cria um efeito de assonância.


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